Cartão de crédito, empréstimo bancário e crediário são as principais causas da inadimplência no país, apontam CNDL/SPC Brasil

O país passa pelo pior cenário de inadimplência da história e as principais causas da negativação dos consumidores são os compromissos bancários. O cartão de crédito lidera com 42% das pendências — um salto crítico de 18 pontos percentuais frente a 2025. Na sequência, aparecem os empréstimos em bancos ou financeiras (26%, com alta de 10 p.p.), seguidos por crediários (23%, alta de 11 p.p.) e o cheque especial (16%). Os dados são da pesquisa “Cenário da Inadimplência”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em parceria com a Offerwise Pesquisas.

O levantamento mostra que o consumidor estabelece uma hierarquia clara de sobrevivência digital e doméstica. As contas pagas com maior rigor são internet (68%), água e luz (63%), telefone (56%), TV por assinatura (46%) e cartão de crédito (41%).

De acordo com a pesquisa, neste cenário de negativação, existe um predomínio das Classes C/D/E, que representam 72% dos inadimplentes, contra 28% das classes A/B. A amostra é quase paritária, composta por 51% homens e 49% mulheres. Metade dos devedores (51%) recebem até 3 salários-mínimos. O grupo que recebe entre 3 e 5 salários-mínimos (20%) registrou um aumento de 7 pontos percentuais em relação a 2025, indicando que o custo de vida está corroendo a margem de segurança de faixas de renda intermediárias.

O levantamento mostra que 82% dos inadimplentes estão trabalhando (48% CLT, 23% autônomos e 11% empreendedores). Apenas 18% estão fora do mercado de trabalho.

Houve uma mudança na frequência do endividamento em comparação a 2025. Isso sugere que o consumidor está preso em um ciclo de “cura e recaída”, onde o alívio financeiro é temporário. 36% afirmaram que já estão em sua segunda ocorrência (alta de 9 p.p. frente a 2025) e 20% admitem que a inadimplência é um fato recorrente.

A pesquisa identifica que o consumo é utilizado como ferramenta de regulação emocional e aceitação social, uma vez que 47% compram para se sentir melhor (alívio emocional) e 50% não resistem ao desejo de compra imediato, ignorando o planejamento.

As redes sociais são vetores diretos de risco, levando 41% a realizar compras impensadas sem avaliar a capacidade de pagamento.

“Percebemos com a pesquisa que o consumidor está preso em um ciclo de ‘cura e recaída’. Para romper essa barreira, a educação financeira é urgente, mas precisa vir acompanhada de um ambiente macroeconômico saudável. O apoio governamental aos superendividados é vital, porém, só teremos taxas de juros sustentavelmente mais baixas se houver um rigoroso equilíbrio nas contas públicas, garantindo a estabilidade necessária para que o brasileiro consiga planejar o futuro sem o medo da privação básica”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.

Em relação ao tempo de atraso das contas, educação (escola/FIES) lidera com 15 meses de atraso, seguida por empréstimos e cartões (ambos com 13 meses). IPTU e crediário chegam a 12 meses. São dívidas que o consumidor não consegue equacionar no curto prazo. Água e luz (5 meses), financiamento de casa própria (5 meses), condomínio (6 meses), financiamento de automóvel (6 meses) e telefone (7 meses). A baixa média indica que o devedor prioriza a regularização dessas contas para evitar o corte do serviço ou a perda do imóvel.

Os principais itens adquiridos que levaram à inadimplência foram supermercado (45%), roupas, calçados e acessórios (42%), remédios (31%, destaque na classe A/B), eletrodomésticos (27%), eletrônicos (25%) e móveis para casa (22%). O valor médio das dívidas está consolidado em R$ 2.378.

Empréstimo de nome é a principal causa da inadimplência prolongada

A pesquisa mostra que a pressão familiar e a falta de gestão financeira são fatores determinantes na inadimplência persistente. O “Empréstimo de Nome” tornou-se o principal vilão, atingindo 25% dos consumidores negativados há mais de três meses — um salto de 18 pontos percentuais em comparação a 2025.
As emergências familiares (saúde e morte) afetam 16%, seguidas pela falta de planejamento do orçamento (15%) e, apenas em quarto lugar, o desemprego (13%).

Entre os que admitem o descontrole financeiro, o “viés do agora” atrelado a falta de controle sobre as emoções prevalecem sobre a saúde do bolso. 30% dos consumidores admitem que compraram por não quererem esperar o tempo necessário para poupar. Já 28% cederam a promoções sem avaliar o orçamento e 24% realizaram maus negócios na hora da compra. Para 16%, a compra foi uma tentativa de aliviar estados de tristeza.

A pesquisa mostra que a dívida transcende o indivíduo e torna-se um fenômeno coletivo, sendo moldado por dinâmicas familiares e sociais. Mais da metade dos consumidores entrevistados (51%) sentem-se pressionados a consumir para acompanhar família e amigos. E 39% sacrificam o próprio orçamento para atender expectativas do cônjuge, namorado(a) e/ou filhos, o que resulta em danos à reputação pelas dívidas atrasadas (47%) e torna o dinheiro o pivô de conflitos familiares para 36% dos entrevistados.

Embora 70% tenham realizado aquisições acreditando que pagariam as dívidas, 50% já previam dificuldades no pagamento, 39% agiram por impulso sem avaliar o orçamento e 33% compraram sabendo que não teriam recursos para quitar.

“Percebemos hoje um consumidor que sacrifica o próprio orçamento por pressão social ou solidariedade familiar mal calculada, evidenciando uma lacuna crítica de consciência financeira. Embora 70% comprem acreditando que vão pagar, metade já prevê dificuldades no momento da aquisição. Não basta apenas o esforço individual de corte em lazer e alimentação fora de casa, é necessário que o país ofereça um cenário de maior previsibilidade. O governo deve atuar como facilitador na reabilitação desses cidadãos, mas o equilíbrio fiscal do Estado é a peça-chave para reduzir o custo do crédito — especialmente no cartão de crédito, e permitir que o consumo volte a ser um motor de bem-estar, e não um gatilho de angústia e conflitos familiares”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Júnior.

42% têm até 50% da renda comprometidos com o pagamento das dividas em atraso

Outro dado preocupante aponta que 59% tomaram empréstimo bancário sem sequer considerar as taxas de juros, um aumento de 11 p.p. em relação ao ano passado.

Em relação à intenção e capacidade de pagamentos das dívidas, 82% acreditam que podem quitar os débitos no próximo trimestre subsequente a realização da pesquisa, mas esse índice caiu 8 p.p. em relação a 2025. Quanto à estratégia de pagamento, 44% pretendem realizar a quitação integral, enquanto 23% planejam pagar apenas uma parte. 19% afirmam categoricamente não possuir recursos para qualquer tipo de regularização no período.

O valor de todas as suas dívidas que estão com o pagamento em atraso, consome parte significativa da renda mensal: 42% dos inadimplentes comprometem até 50% do que ganham, e 23% enfrentam comprometimento extremo (50% a 75% da renda).

Inadimplentes pretendem fazer cortes no orçamento e “bicos” para pagar as dívidas

Para pagar o que devem, os consumidores planejam uma combinação de geração de renda extra e corte de gastos. As principais fontes de recursos são cortes no orçamento (38%), seguidos pela busca de “bicos” ou venda de produtos (30%) e o uso de rendas sazonais como bônus e férias (21%). Os cortes no consumo focam em vestuário e calçados (42%), delivery/alimentação fora de casa (39%) e lazer (38%). Itens como salão de beleza (26%) e streamings (21%) também entram na lista.

Para 80% dos devedores, pagar todas as dívidas ameaçam diretamente a manutenção da casa. Nesse grupo, 42% teriam o orçamento para itens básicos (luz, água e comida) totalmente consumido pela quitação dos débitos. Apenas 17% possuem fôlego para pagar sem comprometer o básico.

Mais da metade dos entrevistados (56%) chegaram a elaborar um plano para pagar suas dívidas, mas não conseguiram tirá-lo do papel. A principal justificativa para a falha são os imprevistos financeiros (30%). Para 15%, a renda mal dá para o supermercado, outros 15% estão com muitas contas atrasadas e sem o controle das prioridades do pagamento.

Apesar das dificuldades, 84% definiram prazos: 27% esperam pagar em até 6 meses, enquanto 17% preveem um horizonte mais longo, de 1 a 2 anos. O medo da privação e a instabilidade financeira são as maiores barreiras para a quitação de dívidas: queda de renda (19%) e desemprego (13%). Além da falta de recursos diretos, o medo de comprometer o sustento da casa (17%) e a resistência em renunciar a pequenos prazeres (14%) agem como freios à renegociação.

37% dos inadimplentes admitem ter aceitado acordos sabendo que não conseguiriam pagar

Em relação à negociação das dívidas, a pesquisa mostra que embora 76% dos inadimplentes busquem o acordo, a negociação raramente é espontânea, dependendo de estímulos externos. O cenário mais comum é a iniciativa do credor (28%) ou a interação mútua (24%).

Quase a totalidade dos inadimplentes (95%) têm recebido cobrança por parte dos credores, principalmente por WhatsApp (41%), e-mail (40%) e SMS (33%). Somente 5% dos entrevistados, não tiveram as dívidas inadimplentes cobradas. As cobranças e negociações migraram para o ambiente virtual. O WhatsApp (41% na cobrança / 25% na negociação) e o E-mail (40%) são as ferramentas principais. O telefone, embora em declínio, ainda lidera como canal resolutivo para 30% dos casos.

Já os mutirões e feirões de negociação mantêm sua relevância para 21% dos consumidores, servindo como ponto de convergência para a recuperação de crédito.

O devedor de 2026 entra na mesa de negociação mais informado. 90% realizam algum tipo de preparação antes de iniciar a negociação, com foco no autodiagnóstico orçamentário (27%) e na conferência de juros e multas (26%). 81% dos negociadores apresentam contrapropostas, focando principalmente no valor diferente do proposto (31%), prazos de pagamento (28%), número de parcelas (27%) e taxas de juros (27%).
A aceitação da proposta ocorre quando a prestação se ajusta ao orçamento (38%) ou quando há um desconto significativo para quitação à vista (32%). Em média, os entrevistados tentaram renegociar suas dívidas 2 vezes antes de quitá-las.

Um dado preocupante mostra que 37% dos inadimplentes admitem ter feito promessas de pagamento sabendo que não conseguiriam pagar, um salto de 14 p.p. em relação a 2025. Isso indica que a pressão da cobrança está gerando acordos vazios apenas para interromper o contato do credor.

51% já clicaram em anúncios com promessas de “limpeza imediata de nome”

A percepção dos inadimplentes sobre a própria capacidade de pagamento da dívida revela uma escala de clareza orçamentária fragmentada. Apenas 36% possuem clareza total sobre quanto podem pagar. O restante divide-se entre estimativas aproximadas (34%) e a ausência total de controle (16%). 15% dos devedores ignoram o parcelamento e focam exclusivamente na quitação à vista para encerrar o ciclo.

A busca por soluções rápidas tornou-se uma vulnerabilidade de segurança. 51% já clicaram em links com promessas de descontos agressivos ou a “limpeza imediata de nome” em redes sociais. Destes, 33% desistiram da transação por considerarem a oferta suspeita e 19% realizaram pagamentos e caíram em golpes. Apenas 32% buscaram exclusivamente canais oficiais por segurança.

O processo de cobrança é psicologicamente desgastante, gerando constrangimento (31%), angústia (27%) e pressão (26%). Esses sentimentos explicam por que tantos aceitam acordos inviáveis apenas para cessar o estímulo negativo da cobrança.

Metodologia

Público-alvo: Consumidores com contas em atraso há mais de 3 meses, de todas as capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econômicas.
Método de coleta: Pesquisa realizada via web e pós-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.
Tamanho amostral da Pesquisa: 609 casos, gerando uma margem de erro no geral de 4 p. p. para um intervalo de confiança a 95%.
Data de coleta dos dados: 06 a 17 de março de 2026

Fonte: Varejo S.A

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